31 de jul. de 2010

Regras para o uso de cadeirinhas de bebê



Uso será obrigatório a partir de setembro. Regra vale para crianças com até 7 anos e meio.

Os pais terão mais tempo para se adequar à lei que determina o uso obrigatório de bebê conforto, cadeirinha ou assento para transportar crianças. A fiscalização, que começaria nesta quarta-feira (09), foi adiada para setembro.

No Brasil, os acidentes de trânsito ainda são a principal causa de morte de crianças entra 1 e 14 anos de idade. Segundo dados do Ministério da Saúde, 40% das mortes desta faixa etária estão relacionadas a acidentes de trânsito. A estatística aponta ainda que, para cada morte, outras quatro crianças ficam com sequelas permanentes.

Estudos americanos indicam que 71% das lesões podem ser evitadas com o simples uso do dispositivo de retenção durante o transporte das crianças.

Regras para o transporte
De acordo com a Resolução 277, publicada em 2008, do Contran, crianças menores de dez anos devem ser transportadas no banco traseiro dos veículos utilizando equipamentos de retenção. Veja outras regras:

retenção. Veja outras regras:

No caso da quantidade de crianças com idade inferior a dez anos exceder a capacidade de lotação do banco traseiro é permitido o transporte da criança de maior estatura no banco dianteiro, desde que utilize o dispositivo de retenção.
No caso de veículos que possuem somente banco dianteiro também é permitido o transporte de crianças de até dez anos de idade utilizando sempre o dispositivo de retenção.
Para o transporte de crianças no banco dianteiro de veículos que possuem airbag, o equipamento de retenção de criança deve ser utilizado no sentido da marcha do veículo. Neste caso, o equipamento de retenção de criança não poderá possuir badejas ou acessórios equivalentes e o banco deverá ser ajustado em sua última posição de recuo, exceto no caso de indicação específica do fabricante do veículo.
No caso de motocicletas, motonetas e ciclomotores o Código de Trânsito Brasileiro estabelece no artigo 244, inciso V, que somente poderão ser transportadas nestes veículos crianças a partir de sete anos de idade e que possuam condições de cuidar de sua própria segurança.


Resolução 277 do Contran


Até 1 ano (uso do bebê conforto)
- Desde a saída da maternidade até completar um ano, a criança deve ser colocada no bebê conforto durante o transporte de carro, mesmo que seja até a esquina;
- O bebê conforto deve ser colocado no banco de trás, voltado para o vidro traseiro e de costas para o sentido do trãnsito. O equipamento deve ficar levemente inclinado, formando um ângulo de 45º aproximadamente, deixando a cabeça, pescoço e coluna do bebê alinhados.

De 1 a 4 anos (uso da cadeirinha)
- A cadeirinha deve ser instalada no banco de trás, voltada para frente. O cinto da cadeirinha deve passar pelos ombros e quadril da criança e não deve ficar sobre partes mais frágeis, como barriga e pescoço.

De 4 a 7 anos e meio (uso do assento de elevação)
- Crianças devem andar no banco de trás do carro usando o assento de elevação. Nesta faixa etária, o cinto de segurança de três pontos do carro já pode ser usado passando pelo peito e coxa da criança. Nunca deixe que a criança deite esticando o cinto ou passe por debaixo do braço ou pelo pescoço.

De 7 anos e meio a 10 anos (uso do cinto de segurança)
- A partir de 7 anos e meio de idade, a criança não precisa do assento de elevação. Deve-se utilizar apenas o cinto de segurança de três pontos do veículo, mas sempre no banco de trás. Certifique-se que a criança está usando o cinto de forma adequada, passando pelo peito e coxas.

Somente crianças maiores de 10 anos de idade podem ser transportadas no banco dianteiro.

Fonte: g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/06/confira-regras-para-o-uso-de-cadeirinhas-de-bebe.html

A importância das avós

Ponto de vista: Stephen Kanitz

"Se você acha que a menopausa vai diminuí-la, que você será menos mulher, fique tranqüila.
Você estará é passando para um estágio superior, você estará transcendendo"


A menopausa é um período de mudanças e de reflexão. Algumas mulheres a vêem negativamente, pois ela marca o fim da capacidade de reprodução, outras a vêem como uma bênção. Na nossa cultura tradicional, o fim da maternidade é como se fosse o fim da função primordial da mulher, algo injusto e incorreto.

Até recentemente, a menopausa era considerada um paradoxo genético, por ser um gene ou conjunto de genes que reduzia o número de filhos que uma mulher poderia ter. Uma mulher que tem seis ou sete filhos até morrer deixará mais descendentes do que uma mulher que deixa somente cinco, devido ao fim da ovulação.

Mas na espécie humana ocorreu justamente o contrário. As primeiras mulheres a transmitir o "gene" da menopausa deixaram muito mais descendentes, algo muito intrigante. Na realidade, a menopausa foi uma evolução positiva para a mulher e para a humanidade, porque basicamente ela tem a função de transformar uma mãe em uma avó. A menopausa, ao contrário de ser uma falha, deveria ser considerada uma evolução importante da espécie humana, ao lado da postura ereta, do uso do polegar, do desenvolvimento da linguagem e do descobrimento do fogo. Com o aumento do período de maturação das crianças, as mulheres passaram a ficar cada vez mais assoberbadas com cada filho adicional. Por isso, o surgimento de uma outra mulher para ajudar foi uma enorme evolução, já que os homens desde o início da humanidade não se preocupavam tanto com crianças.

Mesmo que naquela época as avós morressem cedo, poucos anos após a menopausa, uma diferença de cinco anos já garantia uma vantagem genética significativa.

Essa hipótese da importância das avós, levantada por C.G. Williams em 1957, é contestada por muitos, e provavelmente nunca saberemos o que de fato ocorreu. Uma possibilidade é que essas avós tenham passado a exercer a função de babás das crianças mais velhas, sem sair da caverna, protegendo os netos dos leões. Os sintomas de calor que vêm com a menopausa, especialmente no sufocante continente africano, podem ter sido uma forma de obrigá-las a ficar estacionárias. O mesmo teria ocorrido com os sintomas da osteoporose, que reduzem rapidamente a mobilidade da mulher.

Parte do nosso sucesso como humanos é devida ao surgimento das avós, ao seu carinho e dedicação altruísta ao ajudar as filhas na dura tarefa de criação dos netos. Por essa razão, mulheres que desenvolveram a menopausa tiveram mais netos do que as mulheres que reproduziram até morrer, e netos com mais chances de sobreviver. Sem avós, eles estariam perdidos.

Muitas mulheres que se sentem desconfortáveis com a inevitabilidade da menopausa esquecem as raízes genéticas do processo e o recado que ele traz. A menopausa é o sinal de que chegou o momento de se preparar para ser uma avó carinhosa e prestativa, como antigamente. Homens não desenvolveram o gene da menopausa. A tão falada andropausa necessariamente não gera um avô. Não tira a capacidade de reprodução, não os obriga a uma pausa e à reflexão. Em vez de assumirem a função de avôs, muitos homens decidem ser pais novamente com uma nova mulher. Perde o novo filho, que não terá um avô, muitas vezes já falecido. Ou talvez ganhe mais um avô do que um pai, embora a maioria não aceite essa visão. Alegam que não estão envelhecendo, nós é que vivemos com a mesma mulher. Perdem também os netos do primeiro casamento, que não terão o avô presente como os avôs de antigamente.

Na mulher, a menopausa deixa essa questão bem clara, sem dúvidas ou interpretações. Ela passa a ser avó, o que de fato é uma transição, mas uma transição para melhor. Se você acha que a menopausa vai diminuí-la, que você será menos mulher, fique tranqüila. Você estará é passando para um estágio superior, você estará transcendendo. Passará a ser uma avó, cujo surgimento foi um dos eventos mais importantes que a espécie humana produziu, e uma das razões de nosso sucesso como espécie.

Só temos a agradecer o surgimento das avós, que cuidaram de nós com carinho e dedicação, em vez de cuidar de mais uma penca de filhos próprios. Nosso muito obrigado a elas.

Stephen Kanitz é formado pela Harvard Business School (www.kanitz.com.br)
Fonte: www.srcoronado.com

13 de jul. de 2010

O papel do pai na amamentação

Você, mamãe, deve estar se perguntando o que um homem tem a ver com o aleitamento materno se é só a mulher quem pode amamentar. O papai logicamente que não amamenta, mas pode ajudá-la, e muito, com a amamentação.

Amamentar não é tarefa fácil, principalmente quando a mulher tem que conciliar filhos, casa e marido. E é nessa hora que o papai surge para incentivar, ajudar e participar de todos os momentos, difíceis ou não.

O pós-parto pode trazer uma tristeza e cansaço à mulher, deixando-a insegura em relação à sua própria amamentação. O apoio e incentivo do papai são essenciais para que a mamãe se reestruture, se reorganize e sinta-se capaz de amamentar.

A mamãe deve pedir que o papai participe da amamentação sempre que possível. A presença e carinho dele durante a amamentação fortalecem o vínculo afetivo entre ele, a mamãe e o bebê.

Lembre-se que o bebê necessita de muitos cuidados e a amamentação demanda tempo. E esse tempo era o tempo que antes a mulher tinha para deixar a casa impecável, fazer refeições maravilhosas e se arrumar. Viu só a dificuldade. Agora a mulher que já é mamãe encontrará dificuldades em fazer tudo o que fazia antes, além de cuidar do pequeno ser.

Pai perfeito – O papai deve ser compreensivo, não ser reclamão e ajudar nos afazeres domésticos, cuidados com o bebê e, principalmente, com os outros filhos. A mamãe também precisa de descanso e de alguém como o papai que possa ajudar a cuidar do bebê no que se refere à troca de fraldas, banho, vestir e dar colo.

Na hora em que a mamãe estiver amamentando, o pai pode levar líquidos como água e suco para a sua esposa. Isso é um sinal de atenção. O período de amamentação requer a ingestão de bastante líquido.

Brigas e discussões causam estresse na mamãe podendo prejudicar na descida do leite e comprometer o aleitamento materno tão importante para o bebê. A paciência deve ser uma das qualidades que o homem deve exercitar muito nesse período, ainda mais porque nessa fase a mulher fica cansada e por isso mais irritada e impaciente.

Compreensão, amor, às vezes, “contar até dez” (ou até um pouco mais) devem fazer parte do cotidiano do papai para evitar conflitos.

Como ajudar? - Para incentivar o aleitamento materno, o papai deve ter atitude e não levar para a casa mamadeiras, chupetas ou latas de leite que podem levar ao desmame precoce. O aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida, aliado ao amor dos pais, são o que o bebê mais precisa para crescer inteligente e saudável.

E um dos itens mais importantes é quando o papai vai junto com sua mulher e seu filho nas consultas com os profissionais que o bebê faz acompanhamento. Assim aprenderá como auxiliar a sua esposa, tornando o período da amamentação gostoso, motivante e feliz para os três. Mãe, não tenha receio em “dividir” a amamentação, convoque o pai para essa tarefa!

Dicas

•Mamãe, deixe o papai participar de tudo que se relaciona ao bebê. Chame-o para que aprenda e te ajude.
•O papai é capaz de cuidar do bebê e, assim, torna-se mais fácil criar vínculo com o filho.
•Atenção, compreensão e amor do marido são essenciais para que a mamãe sinta-se segura e feliz.




Fonte: Bruno Rodrigues

A alimentação da mamãe durante a amamentação

Não existe mulher com o leite ruim ou leite fraco. Toda mãe produz o leite ideal para o seu filho. Portanto, nada de colocar mil caraminholas na cabeça achando que o seu bebê não está sendo bem alimentado.

É claro que mesmo assim toda mãe acaba se preocupando com o que come durante o período de aleitamento. As perguntas não param. Será que posso comer isso? Será que aquilo pode ser forte demais para o bebê?

A Dra. Sílvia Maria Baliero Nigro garante que não há razão para se preocupar. "A princípio não há alimentos proibidos para a nutriz. Em situações de suspeita de alergia alimentar no bebê, em aleitamento materno exclusivo, cujo diagnóstico é bem difícil, pode-se pensar numa dieta hipoalergênica para a mamãe".

O correto é manter uma alimentação sadia, com bastante leite, água e sucos, para estimular a produção de leite. Alguns bebês podem ser sensíveis a um determinado tipo de alimento que a mãe consome, então, se ingerir temperos fortes, por exemplo, fique de olho na reação do bebê. Ele pode ficar agitado ou apresentar alguma alergia. O ideal é optar por alimentos mais saudáveis.

É bom lembrar que durante a amamentação não há razão para iniciar uma dieta. Ela pode comprometer a produção e a quantidade de leite e, conseqüentemente, prejudicar a nutrição do bebê. Para produzir uma boa quantidade de leite, a mãe necessita de uma alimentação balanceada, com aproximadamente 2500 calorias por dia, e muitos copos de água ou qualquer outro líquido, além de relaxar bastante. Ela pode aproveitar para descansar durante os períodos de sono do bebê, deixando afazeres e compromissos para outras pessoas. Nessa fase, todos têm que ajudar.

As mães vegetarianas devem redobrar os cuidados com a alimentação e se certificar de estar ingerindo vitaminas e minerais suficientes para alimentar ela e o bebê. Uma consulta com um nutricionista pode ser a melhor opção para elaborar um cardápio adequado, com refeições e lanches saudáveis.

E é claro que remédios, bebidas e fumo não combinam com amamentação. A mãe que amamenta deve lembrar sempre que essas substâncias perigosas podem ser transferidas para o leite materno. É por isso que a amamentação é contra-indicada para mães que sejam dependentes químicas.


Fonte: Guia do bebe

A AMAMENTAÇÃO


O Super Leite

O aleitamento materno só faz bem à criança, e à mamãe também! É um grande aliado contra diversas doenças e é facilmente digerido e absorvido.

O leite materno contém nutrientes e enzimas perfeitamente balanceadas, com substâncias imunológicas que protegem o bebê e provêm tudo o que a criança necessita no seu comecinho de vida. O ato de amamentar também supre as necessidades emocionais e diminui a ansiedade de ambos, por meio desse primeiro contato pele a pele e olhos nos olhos.

Fora a grande vantagem do vínculo afetivo que o ato cria, esse leite ainda protege a criança contra uma infinidade de problemas. Segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo, a lista é extensa. O leite materno protege contra doenças alérgicas, diversos tipos de câncer, desnutrição, diabetes mellitus, doenças digestivas, doenças crônicas como osteoporose, doença cardiovascular e ateroesclerose, obesidade, meningites, sarampo e outras doenças infecciosas, doenças respiratórias e otites, doenças do trato urinário e cáries. E ainda promove, melhor desenvolvimento neuro-psicomotor infantil e cognitivo, aumenta o QI, promove melhor padrão cardiorrespiratório durante a alimentação, melhor resposta às imunizações e melhor equilíbrio emocional.

Não é só o bebê que sai ganhando, a mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa, tem diminuição mais rápida do volume do útero, corre menor risco de hemorragia no pós-parto, ter anemia, contrair câncer de mama e de ovário, é menos propensa à osteoporose, volta ao peso normal mais rapidamente e está protegida de engravidar.

E ainda tem o fator econômico. O leite que a mãe produz é suficiente para alimentar o filho até os seis meses de idade, sem necessidade de gastos com água, gás, bicos, mamadeiras, sabão, açúcar, embalagens etc. O leite materno é de graça e está pronto para servir a qualquer hora.


Direitos
Direitos que garantem a amamentação

Da mesma maneira que toda criança tem o direito ao aleitamento materno, as mães também têm o direito de amamentar seus bebês garantidos por lei. O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que o poder público, as instituições e os empregadores devem oferecer condições adequadas ao aleitamento materno para todas as mulheres. Isso significa que as mulheres que trabalham fora têm direito a amamentar seus filhos mesmo nas horas que estão trabalhando.

A lei brasileira diz que a mulher tem direito a 120 dias de licença-maternidade a partir do oitavo mês de gestação, sem prejuízo do salário. “A mulher deve amamentar o bebê até o dia de voltar a trabalhar, mas precisa se programar e começar a estocar leite um mês antes disso, para poder continuar a oferecer o leite materno quando retomar a vida profissional”, alerta a pediatra Keiko Teruya.

Após o período de licença, a funcionária retorna ao trabalho e passa a ter direito a dois descansos remunerados de meia hora por dia para amamentar o bebê até ele completar seis meses de idade. Os pais adotivos têm os mesmos direitos que os pais legítimos.

Também é determinado por lei que qualquer empresa onde trabalhem 30 mulheres ou mais tenha uma creche ou berçário. Se a empresa não tiver essa opção, a funcionária pode sair do serviço para amamentar seu filho em casa.
Ou seja, as leis do país possibilitam o aleitamento exclusivo durante os seis primeiros meses de vida do bebê e ainda incentiva a mãe a continuar a amamentação quando tiver que retornar ao trabalho.


Fonte: Guia do Bebê

CHÁ DE BEBÊ



Você já está no 7º ou 8º mês de gestação? Pois então, essa é a época ideal para realizar o chá de bebê e reunir os amigos e parentes para participar.
A intenção do chá de bebê, é de ajudar a futura mamãe a se equipar para esse início cheio de despesas, e ajudá-la emocionalmente nessa nova fase, pois é importante para ela, sentir os amigos por perto, participando dessa etapa de sua vida, mesmo que não seja seu primeiro filhinho.

O chá de bebê dispensa qualquer formalidade e o convite pode ser feito por telefone mesmo. Geralmente é realizado por uma amiga mais íntima da gestante onde, provavelmente, a maioria das pessoas que serão convidadas já a conheçem.

Se você e sua amiga quiserem optar pela distribuição do convite, o ideal é entregá-los com uma semana de antecedência, no mínimo.

O bom, é que o "chá de bebê" seja combinado para um final de semana, para que todos possam comparecer e, sempre, na parte da tarde. No dia, poderá ser servido sanduichinhos, uma torta salgada, bolo, sorvete, água, suco ou refrigerante e não pode faltar, pela tradição, pelo menos um tipo de chá. Você pode optar para, após uma hora da chegada dos convidados, servir o lanche, ou ainda para que todos fiquem mais à vontade, pode montar uma mesa ou aparador no ambiente, com tudo disposto em cima e deixar que as pessoas se sirvam como quiserem.

Quanto aos convites, quando houver mais de uma convidada que resida na mesma casa, como mãe e filha ou duas irmãs, por exemplo, não precisa haver constrangimento em pedir uma lembrança para cada uma, separadamente, só que aí, o mais correto, é pedir uma lembrança mais em conta para a segunda.

Outra regrinha que você deve seguir, é que no caso de optar por pedir nos convites roupinhas para o bebê também, deverá estar ciente que elas têm que ser simples, como no caso das blusinhas modelo pagão ou as calças (culotes), que hoje em dia são encontradas com preços bem acessíveis. Ao pedir roupinhas, você estará sempre correndo o risco de não gostar da cor ou do tecido e, nesse caso, não é delicado pedir para a pessoa trocar, pois muitas vezes ela comprou o que podia. Por isso, o ideal, é não pedir roupinhas, a não ser, é claro, que estejam realizando o chá para uma pessoa que não tem recurso algum e que tudo será dado pelos convidados, de comum acordo.

Não esqueça, que pode-se pedir também um mesmo item mais de uma vez, para pessoas diferentes. Não deixe de especificar nos convites ou pelo telefone, os tamanhos corretos das peças, que devem variar do recém nascido para o tamanho pequeno, e a cor desejada.

fONTE: http://guiadobebe.uol.com.br

Menina ou Menino? Dois Meninos... Leonardo e Guilherme...

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