31 de jul de 2010

À MAMÃE QUERIDA, AQUELE ABRAÇO!


“Não há coisa mais linda do que uma mãe abraçar seu filho e dizer o quanto o ama e o adora. Isto é um céu para a mulher, maior do que qualquer outra coisa. Lute pela sua criança, faça-a feliz e seja feliz com ela. O que ela vai lhe dar em troca é muito maior do que todo o trabalho que você irá ter. Talvez seja muito trabalho, porém, mais tarde, você estará disposta a ter pago muito mais pelo que irá receber de retorno.”

Gravidez Mês a Mês

O encontro do óvulo e do espermatozóide determina o momento da fecundação.
A partir daí, após vencer alguns obstáculos, o espermatozóide penetra no óvulo dando origem ao ovo (ou zigoto). Produto da união de dois seres formando um novo ser, com todas as características geneticamente determinadas (cor dos olhos, cabelos , feições, sexo....) uma nova vida se inicia. Um longo caminho a percorrer até o nascimento. Para alguns pais o tempo parece demorar a passar.

A gravidez tem 280 dias, 10 meses lunares, 40 semanas ou 9 meses solares. Fica mais fácil trabalhar com meses lunares, pois o mês solar tem variações na quantidade de dias (sendo 30, 31 e 28 dias a depender do mês) enquanto o mês lunar tem sempre 28 dias.


1o mês - 4 semanas

Antes de acontecer o atraso menstrual, 6 a 7 dias após a concepção o ovo procura o lugar onde vai se implantar, vai nidar (fazer seu ninho). Encontrando um útero com condições satisfatórias vai se aprofundando progressivamente no tecido uterino, completando o seu ninho. Onde se implantar, aí se desenvolverá a placenta.

Esse momento é muito importante, pois, dependendo da localização da placenta a gravidez pode ter problemas...Exemplo seria uma gravidez nas trompas, inviável, ou nos ovários....Mesmo no útero a escolha do local de nidação deve ser de preferência na região do corpo uterino.

Uma localização baixa, perto do colo poderá levar a sangramentos...

Ao término da 2a semana temos completo o processo de nidação, as vezes com pequeno sangramento, que coincide com o 28o dia do ciclo menstrual e algumas mulheres pensam que estão menstruando! Ainda não ocorreu o atraso da menstruação.

Ao redor da 3a semana começa a se estruturar o que vai ser a placenta e o cordão umbilical e "bolsa das águas." Essas estruturas vão se modificando, passando para a 4a semana com o ovo completo. Formam-se membranas que por processos ricamente elaborados vão envolvendo o ovo formando a membrana que será a bolsa das águas e outra estrutura complexa que será a placenta.

2º mês

Nessa fase algumas mulheres procuram o médico achando que pode estar grávida.
Normalmente pede-se exames para confirmação da gravidez. Uma vez confirmada parte-se para pesquisa com exames pré-natais. Uma bateria de exames é realizada para pesquisar saúde materna e possíveis problemas que possam atingir o bebê. Tipagem de sangue ABO e Rh, Hemograma, pesquisa de diabetes, Sífilis, Toxoplasmose, Rubéola, Hepatite, Hiv 1e2 (com orientação à mamãe), Cultura de urina, Protoparasitológico de fezes.

Em cada consulta pré- natal devem ser avaliados: peso, pressão arterial e altura do útero.

É indicado nesta fase já iniciar vitaminas com ácido fólico, pois está provado que a falta dessa substância, pode levar à mal formação do sistema nervoso e da coluna do bebê. (Não significa que se alguém deixar de tomar ácido fólico vai ter um bebê com esta mal formação com certeza, mas que ajuda à prevenção de tais problemas). O ideal seria estar tomando ácido fólico já antes de engravidar...

Mamãe: temos os seios se preparando para a amamentação, as glândulas mamarias se modificam, os seios crescem, a circulação aumenta, a freqüência urinária também (o útero pressiona a bexiga) e começam as indisposições digestivas, que para algumas mamães se traduzem por náuseas , vômitos, má digestão e salivação excessiva (boca cheia de água). A mulher se torna mais emotiva e mais sonolenta.

Deve-se usar roupas leves confortáveis, sutiãs que sustentem o seios de verdade, usando o tempo todo. Os cremes já devem ser usados para hidratação da pele e prevenção de estrias tendo-se o cuidado de não usar produtos que tenham em sua formulação o ácido retinóico. O mamilo deve começar a ser preparado para a amamentação, com exercícios adequados que o médico pré-natalista pode orientar.

A alimentação deve ser controlada desde então, tendo-se o cuidado de ingerir alimentos ricos em vitaminas, sais minerais, proteínas e moderar carboidrato.

Fracionar em pequenas refeições com intervalos pequenos (mais ou menos de 2/2 horas). O aumento que se espera é de 1Kg por mês, não mais que isso...Não siga conselhos do tipo: -" você deve se alimentar por dois" -"coma! Depois você faz regime..." ou -"aproveita, boba!" Troque idéias com seu médico... Evite comer massas, doces, tomar refrigerantes, produtos enlatados ou com conservantes. Durante os três primeiros meses pode haver perda de peso devido aos vômitos e náuseas e a gestante fica pensando erroneamente que não vai engordar mesmo se abusar da alimentação (quando voltar o apetite). É muito importante ingerir pelo menos 1litro e meio de água diariamente, leite e derivados.

Cólicas fortes nesta fase não combinam! Nem um pouquinho...Caso você sinta dores, elas devem ser comunicadas ao seu médico. Corrimentos podem surgir.. Vão ser adequadamente tratados de acordo com seu tempo, quando realmente forem patológicos, pois há um aumento de secreções sem traduzir doença. (A gestante sente um aumento de fluxo vaginal que incomoda deixando a calcinha úmida e pensa que isto é corrimento).

A higiene deve ser cuidadosa, pois além de saudável a gestante tem no geral aumento dos odores da transpiração( também aumentada) e mais calor. Os cabelos devem ser muito bem cuidados para que não ocorra queda exagerada de fios, mas nunca use tintas ou xampus colorantes, ou produtos com muita química. As unhas ficam mais resistentes devido à alterações hormonais que ocorrem durante a gestação. As gengivas sofrem modificações, podendo apresentar sangramentos e parecem inchadas, é recomendado fazer massagens com os dedos e escovação com escova bem macia.

Podem aparecer na pele do colo, rosto, axila e tórax algumas "verruguinhas" em geral da cor da pele que normalmente desaparecem após o parto.

Arrume-se com capricho, "curtindo" sua gravidez desde os primeiros meses, pois existem estudos provando que todas essas sensações e curtições passam para o bebê desde o começo da gravidez.

Não se esqueça de namorar, lembre-se que seu marido não está grávido... Algumas mulheres ficam com aversão à perfumes nesta fase, algumas até mesmo ao cheiro do marido... Lembre-se que este primeiro "sinal" de mudança de seus gostos passa rápido e logo você volta a usar seus perfumes e querer o maridão por perto, portanto não o afugente, peça à ele para ter paciência com você. Sentir carinho e proteção durante toda a gravidez é o que a mulher sempre sonhou. A mamãe não deve deixar nunca que seu relacionamento esfrie durante a gravidez. Invista nele, preocupe-se com seu companheiro e automaticamente ele cuidará de você e da sua barriguinha. Neste início de gravidez se é irreal para você que nem acredita na gravidez de verdade, imagine para o marido que entra na história meio de espectador.

Surgem os medos. Será que estou grávida mesmo? Será que meu bebê "vai" ser normal? Será que meu marido vai continuar gostando de mim? Vou ficar feia? Será que vou saber cuidar? Será que vou saber educar? (o temor mais comum a todos os casais).

Bebê: Na 5a semana temos um embrião, com olhos, ouvidos, coração, fígado, brotos dos membros superiores e inferiores, e principalmente formação do cérebro. Agora está contido num saco gestacional (isto é existe uma membrana envolvendo o embrião) bem visível e os batimentos cardíacos podem ser vistos ao ultra-som. Tem 1 cm de diâmetro aproximadamente.

Na 6a semana de gestação o saco gestacional tem 2 a 3 cm de comprimento e já se vê um cordão rudimentar.

A fase de embrião está se completando quando atinge 8 semanas , medindo 2,2 a 2,4 cm e sua cabeça é bem mais volumosa que o tronco (metade do comprimento total). Vemos os dedos dos pés e das mãos e ao lado da cabeça o broto das orelhas. Um sistema nervoso primitivo e os órgãos digestivos se formam. Olhos e características faciais são identificáveis. Os órgãos do bebê estão determinados (organogênese) sendo desenvolvidos a cada dia até atingir a maturidade.

O embrião está completo na 9a semana, quando vemos os membros superiores flexionados nos cotovelos, mais compridos que os inferiores, dedos distintos, olhos lateralizados.


3º mês

Mamãe: o útero está acima da pelve, isto é, já se pode palpar o útero na região acima dos pêlos pubianos. A placenta funciona totalmente, sendo responsável pelas trocas de nutrientes entre mãe e feto, circulação e oxigenação. Iniciam as contrações de Braxton-Hicks (são contrações indolores e às vezes não percebidas pela gestante, com a função de preparo e desenvolvimento uterino até o parto) que permanecem durante toda a gravidez, aumentando consideravelmente sua freqüência no final da gravidez.

Bebê: Com 10 semanas de gestação temos o período fetal. Vão acontecer o crescimento e

maturação das estruturas formadas durante o período embrionário. Na 12a semana com 6 a 7 cm de comprimento, começa a ossificação, surgem pêlos e começa a definir os órgãos sexuais.

Lembre-se que o sexo esta determinado desde a fecundação.

Os músculos funcionam. Os rins produzem urina. O líquido amniótico presente, em torno de 50 ml, que vai aumentando com o decorrer da gravidez.

4º mês

Mamãe: modificações nos seios que alcançam seu tamanho máximo, as aréolas escurecem, os bicos dos seios aumentam e aparece o colostro. Os tubérculos de Montgomeri aparecem (estruturas como se fossem pequenos grânulos ao redor do mamilo). Tudo preparando para a amamentação.

Dependendo da sensibilidade de cada um, a mamãe já sente os movimentos.

Além do peso, pressão, altura do útero, pode-se ouvir ao sonar (aparelho próprio para este fim) os batimentos cardíacos do feto.

Bebê: O comprimento cabeça-nádega é de 12 cm. O peso é de 110 gramas. Observamos alongamento dos membros inferiores, os olhos numa posição mais anterior que lateral e as orelhas externas estão próximas da localização definitiva, cabeça ereta. Pode-se determinar o sexo fetal através de exame cuidadoso.

O feto ouve vozes, principalmente da mãe. O cérebro começa decifrar os sentidos como tato, audição. Sente o carinho com massagens sobre o abdômen.

É hora de conversar com seu bebê, de fazer carinho, mesmo ainda com dificuldade para acreditar que tudo isso está acontecendo com você.


5º mês

Mamãe: vemos que o fundo do útero atinge o umbigo. A pele sofre modificações, podendo surgir estrias, a máscara gravídica (manchas no rosto cor de café com leite).

Podem surgir acne, prurido (coceira na pele) e a linha nigra (um escurecimento nítido de uma linha divisória no abdômen passando pelo umbigo). Agora, a maioria das gestantes sente os movimentos do feto. Movimentos fetais denotam bem estar do bebê.

Sinais que podem acontecer e que devem ser comunicados ao médico: febre, sangramentos (após relações por exemplo), corrimentos, perda de líquidos pela vagina, dores de cabeça, zumbido no ouvido, insônia ou sono exagerado, nervosismo, agressividade, angustia, inchaço, coceiras, dores de estômago, diarréia ou obstipação (intestino preso), queimação de estômago ou que sobe até a garganta, problemas dentários, dor ao urinar ou dor nas costas. De agora em diante, até o final da gravidez o relato de qualquer destes sinais é importantíssimo para seu médico ajudá-la.

Bebê: Observamos cabelos, pêlos, vernix caseoso cobrindo a pele (é como uma gordura bem espessa, tipo sebo que protege a pele do bebê). Vê-se nitidamente o sexo. Surgem os cabelos.

Começam os pontapés!

Peso aproximado de 300 gramas.


6º mês

Mamãe: sente-se mais incomodada pelo tamanho e peso do útero. A coluna vertebral se curva para frente, as articulações pélvicas começam a relaxar para permitir a passagem do bebê no nascimento.

Bebê: Quase todos os sentidos funcionam. Tem tato em toda pele . Chora e quase sorri. Sente gosto e cheiro. Distingue claro e escuro. A audição está totalmente pronta e as vozes lá fora vão habituá-lo à língua.

As pálpebras encontram-se entreabertas, começam aparecer as unhas, a pele é bem rosada, presença de bastante vernix , pelos e sobrancelhas. A pele é enrugada, começando o depósito de gordura sob a pele.

Peso de 630 gramas aproximadamente.


7º mês

Mamãe: o aumento do útero comprime os órgãos digestivos. Há um afrouxamento da musculatura do sistema digestivo levando a prisão de ventre, azia e má digestão. Na consulta deste mês pode-se já começar o exame vaginal para avaliação das condições de dilatação do útero.

Idealmente as consultas devem ser realizadas a cada 3 semanas.

Bebê: feto mede 25 cm de comprimento, a pele é fina e avermelhada. Começa a engordar.

Pode-se ver os pulmões tentando "começar" trabalhar.

As pálpebras piscam, vê luz, chupa dedo e engole. O cérebro e tecido nervoso se desenvolvem mais rapidamente. Nos fetos do sexo masculino os testículos descem.

Em geral os bebês se posicionam de cabeça para baixo.


8º mês

Mamãe: fica com a respiração difícil, devido ao aumento das dimensões uterinas.

Aumenta a freqüência das micções devido ao peso do útero. Os tornozelos começam a inchar devido à pressão do útero sobre os vasos sangüíneos, podendo aparecer hemorróidas e varizes.

Bebê: Ao término da 32a semana o comprimento cabeça-nádega é de 28 cm e o peso de 1.800 gramas aproximadamente. Temos os sistemas respiratórios e digestivos quase completamente

funcionais e começa a se formar depósitos de ferro e outros minerais.

Mais gordura sob a pele é depositada.


9º mês

Mamãe: Ocorre a descida do bebê para a pelve (se encaixa dentro da bacia), as contrações de Braxton-Hicks aumentam tudo preparando para parto. A mulher pode referir pontadas na vagina, como se o bebê estivesse "cutucando", sendo explicado para a mamãe que o que ela sente nada mais é que a compressão pelo feto dentro do útero de fibras nervosas que vão inervar a vagina (lá dentro e não em baixo).

As consultas devem ser semanais.

Bebê: O feto vira para baixo se preparando para o nascimento. As mãos agarram com firmeza. A maior parte do lanugo e vernix começam a desaparecer.

A circunferência da cabeça é praticamente igual ao tórax.

O líquido amniótico atinge seu volume máximo, de 1000ml, normalmente.


10º mês

Mamãe: A gestante já não dorme, há aproximadamente 15 dias. Amigos, parentes, sogra, mãe, irmãs, avós ligam todos os dias para saber se o bebê já nasceu. Vai se criando um clima de ansiedade cada vez maior. A mamãe já não vê a hora de ver a carinha do bebê e o papai tem medo de deixá-la sozinha em casa.

A mãe sente-se incomodada para tomar banho, andar, sentar e até para respirar ou comer.

Está chegando a hora...

Deve-se prestar atenção aos movimentos do bebê. Caso ele não se movimente por mais de 4 horas avise seu médico, para se certificar de que tudo está bem.

A qualquer momento você pode começar a sentir as cólicas, perder água ou algum sinal de sangue. Caso isso aconteça, é hora de ir para a maternidade!

Bebê: O bebê está completamente desenvolvido. O comprimento em geral é de 50cm e o peso de 3000 gramas a 3500 gramas.

Nessa fase o bebê suga, chupa o dedo, mexe a pálpebra, soluça, brinca com o cordão umbilical.

Às vezes também chora. Dorme 16 horas por dia e sonha 65% desse tempo. Demonstra satisfação e aversão sorrindo quando gostou ou fazendo cara feia se não gostou. Aprecia músicas clássicas...

Existem estudos para provar que o bebê sente gostos, tipo doce e amargo que passam para o líquido amniótico, fazendo cara feia quando não gosta.

Fonte: http://www.universodobebe.com.br/site/gravidez1.2.php

Regras para o uso de cadeirinhas de bebê



Uso será obrigatório a partir de setembro. Regra vale para crianças com até 7 anos e meio.

Os pais terão mais tempo para se adequar à lei que determina o uso obrigatório de bebê conforto, cadeirinha ou assento para transportar crianças. A fiscalização, que começaria nesta quarta-feira (09), foi adiada para setembro.

No Brasil, os acidentes de trânsito ainda são a principal causa de morte de crianças entra 1 e 14 anos de idade. Segundo dados do Ministério da Saúde, 40% das mortes desta faixa etária estão relacionadas a acidentes de trânsito. A estatística aponta ainda que, para cada morte, outras quatro crianças ficam com sequelas permanentes.

Estudos americanos indicam que 71% das lesões podem ser evitadas com o simples uso do dispositivo de retenção durante o transporte das crianças.

Regras para o transporte
De acordo com a Resolução 277, publicada em 2008, do Contran, crianças menores de dez anos devem ser transportadas no banco traseiro dos veículos utilizando equipamentos de retenção. Veja outras regras:

retenção. Veja outras regras:

No caso da quantidade de crianças com idade inferior a dez anos exceder a capacidade de lotação do banco traseiro é permitido o transporte da criança de maior estatura no banco dianteiro, desde que utilize o dispositivo de retenção.
No caso de veículos que possuem somente banco dianteiro também é permitido o transporte de crianças de até dez anos de idade utilizando sempre o dispositivo de retenção.
Para o transporte de crianças no banco dianteiro de veículos que possuem airbag, o equipamento de retenção de criança deve ser utilizado no sentido da marcha do veículo. Neste caso, o equipamento de retenção de criança não poderá possuir badejas ou acessórios equivalentes e o banco deverá ser ajustado em sua última posição de recuo, exceto no caso de indicação específica do fabricante do veículo.
No caso de motocicletas, motonetas e ciclomotores o Código de Trânsito Brasileiro estabelece no artigo 244, inciso V, que somente poderão ser transportadas nestes veículos crianças a partir de sete anos de idade e que possuam condições de cuidar de sua própria segurança.


Resolução 277 do Contran


Até 1 ano (uso do bebê conforto)
- Desde a saída da maternidade até completar um ano, a criança deve ser colocada no bebê conforto durante o transporte de carro, mesmo que seja até a esquina;
- O bebê conforto deve ser colocado no banco de trás, voltado para o vidro traseiro e de costas para o sentido do trãnsito. O equipamento deve ficar levemente inclinado, formando um ângulo de 45º aproximadamente, deixando a cabeça, pescoço e coluna do bebê alinhados.

De 1 a 4 anos (uso da cadeirinha)
- A cadeirinha deve ser instalada no banco de trás, voltada para frente. O cinto da cadeirinha deve passar pelos ombros e quadril da criança e não deve ficar sobre partes mais frágeis, como barriga e pescoço.

De 4 a 7 anos e meio (uso do assento de elevação)
- Crianças devem andar no banco de trás do carro usando o assento de elevação. Nesta faixa etária, o cinto de segurança de três pontos do carro já pode ser usado passando pelo peito e coxa da criança. Nunca deixe que a criança deite esticando o cinto ou passe por debaixo do braço ou pelo pescoço.

De 7 anos e meio a 10 anos (uso do cinto de segurança)
- A partir de 7 anos e meio de idade, a criança não precisa do assento de elevação. Deve-se utilizar apenas o cinto de segurança de três pontos do veículo, mas sempre no banco de trás. Certifique-se que a criança está usando o cinto de forma adequada, passando pelo peito e coxas.

Somente crianças maiores de 10 anos de idade podem ser transportadas no banco dianteiro.

Fonte: g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/06/confira-regras-para-o-uso-de-cadeirinhas-de-bebe.html

A importância das avós

Ponto de vista: Stephen Kanitz

"Se você acha que a menopausa vai diminuí-la, que você será menos mulher, fique tranqüila.
Você estará é passando para um estágio superior, você estará transcendendo"


A menopausa é um período de mudanças e de reflexão. Algumas mulheres a vêem negativamente, pois ela marca o fim da capacidade de reprodução, outras a vêem como uma bênção. Na nossa cultura tradicional, o fim da maternidade é como se fosse o fim da função primordial da mulher, algo injusto e incorreto.

Até recentemente, a menopausa era considerada um paradoxo genético, por ser um gene ou conjunto de genes que reduzia o número de filhos que uma mulher poderia ter. Uma mulher que tem seis ou sete filhos até morrer deixará mais descendentes do que uma mulher que deixa somente cinco, devido ao fim da ovulação.

Mas na espécie humana ocorreu justamente o contrário. As primeiras mulheres a transmitir o "gene" da menopausa deixaram muito mais descendentes, algo muito intrigante. Na realidade, a menopausa foi uma evolução positiva para a mulher e para a humanidade, porque basicamente ela tem a função de transformar uma mãe em uma avó. A menopausa, ao contrário de ser uma falha, deveria ser considerada uma evolução importante da espécie humana, ao lado da postura ereta, do uso do polegar, do desenvolvimento da linguagem e do descobrimento do fogo. Com o aumento do período de maturação das crianças, as mulheres passaram a ficar cada vez mais assoberbadas com cada filho adicional. Por isso, o surgimento de uma outra mulher para ajudar foi uma enorme evolução, já que os homens desde o início da humanidade não se preocupavam tanto com crianças.

Mesmo que naquela época as avós morressem cedo, poucos anos após a menopausa, uma diferença de cinco anos já garantia uma vantagem genética significativa.

Essa hipótese da importância das avós, levantada por C.G. Williams em 1957, é contestada por muitos, e provavelmente nunca saberemos o que de fato ocorreu. Uma possibilidade é que essas avós tenham passado a exercer a função de babás das crianças mais velhas, sem sair da caverna, protegendo os netos dos leões. Os sintomas de calor que vêm com a menopausa, especialmente no sufocante continente africano, podem ter sido uma forma de obrigá-las a ficar estacionárias. O mesmo teria ocorrido com os sintomas da osteoporose, que reduzem rapidamente a mobilidade da mulher.

Parte do nosso sucesso como humanos é devida ao surgimento das avós, ao seu carinho e dedicação altruísta ao ajudar as filhas na dura tarefa de criação dos netos. Por essa razão, mulheres que desenvolveram a menopausa tiveram mais netos do que as mulheres que reproduziram até morrer, e netos com mais chances de sobreviver. Sem avós, eles estariam perdidos.

Muitas mulheres que se sentem desconfortáveis com a inevitabilidade da menopausa esquecem as raízes genéticas do processo e o recado que ele traz. A menopausa é o sinal de que chegou o momento de se preparar para ser uma avó carinhosa e prestativa, como antigamente. Homens não desenvolveram o gene da menopausa. A tão falada andropausa necessariamente não gera um avô. Não tira a capacidade de reprodução, não os obriga a uma pausa e à reflexão. Em vez de assumirem a função de avôs, muitos homens decidem ser pais novamente com uma nova mulher. Perde o novo filho, que não terá um avô, muitas vezes já falecido. Ou talvez ganhe mais um avô do que um pai, embora a maioria não aceite essa visão. Alegam que não estão envelhecendo, nós é que vivemos com a mesma mulher. Perdem também os netos do primeiro casamento, que não terão o avô presente como os avôs de antigamente.

Na mulher, a menopausa deixa essa questão bem clara, sem dúvidas ou interpretações. Ela passa a ser avó, o que de fato é uma transição, mas uma transição para melhor. Se você acha que a menopausa vai diminuí-la, que você será menos mulher, fique tranqüila. Você estará é passando para um estágio superior, você estará transcendendo. Passará a ser uma avó, cujo surgimento foi um dos eventos mais importantes que a espécie humana produziu, e uma das razões de nosso sucesso como espécie.

Só temos a agradecer o surgimento das avós, que cuidaram de nós com carinho e dedicação, em vez de cuidar de mais uma penca de filhos próprios. Nosso muito obrigado a elas.

Stephen Kanitz é formado pela Harvard Business School (www.kanitz.com.br)
Fonte: www.srcoronado.com

13 de jul de 2010

O papel do pai na amamentação

Você, mamãe, deve estar se perguntando o que um homem tem a ver com o aleitamento materno se é só a mulher quem pode amamentar. O papai logicamente que não amamenta, mas pode ajudá-la, e muito, com a amamentação.

Amamentar não é tarefa fácil, principalmente quando a mulher tem que conciliar filhos, casa e marido. E é nessa hora que o papai surge para incentivar, ajudar e participar de todos os momentos, difíceis ou não.

O pós-parto pode trazer uma tristeza e cansaço à mulher, deixando-a insegura em relação à sua própria amamentação. O apoio e incentivo do papai são essenciais para que a mamãe se reestruture, se reorganize e sinta-se capaz de amamentar.

A mamãe deve pedir que o papai participe da amamentação sempre que possível. A presença e carinho dele durante a amamentação fortalecem o vínculo afetivo entre ele, a mamãe e o bebê.

Lembre-se que o bebê necessita de muitos cuidados e a amamentação demanda tempo. E esse tempo era o tempo que antes a mulher tinha para deixar a casa impecável, fazer refeições maravilhosas e se arrumar. Viu só a dificuldade. Agora a mulher que já é mamãe encontrará dificuldades em fazer tudo o que fazia antes, além de cuidar do pequeno ser.

Pai perfeito – O papai deve ser compreensivo, não ser reclamão e ajudar nos afazeres domésticos, cuidados com o bebê e, principalmente, com os outros filhos. A mamãe também precisa de descanso e de alguém como o papai que possa ajudar a cuidar do bebê no que se refere à troca de fraldas, banho, vestir e dar colo.

Na hora em que a mamãe estiver amamentando, o pai pode levar líquidos como água e suco para a sua esposa. Isso é um sinal de atenção. O período de amamentação requer a ingestão de bastante líquido.

Brigas e discussões causam estresse na mamãe podendo prejudicar na descida do leite e comprometer o aleitamento materno tão importante para o bebê. A paciência deve ser uma das qualidades que o homem deve exercitar muito nesse período, ainda mais porque nessa fase a mulher fica cansada e por isso mais irritada e impaciente.

Compreensão, amor, às vezes, “contar até dez” (ou até um pouco mais) devem fazer parte do cotidiano do papai para evitar conflitos.

Como ajudar? - Para incentivar o aleitamento materno, o papai deve ter atitude e não levar para a casa mamadeiras, chupetas ou latas de leite que podem levar ao desmame precoce. O aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida, aliado ao amor dos pais, são o que o bebê mais precisa para crescer inteligente e saudável.

E um dos itens mais importantes é quando o papai vai junto com sua mulher e seu filho nas consultas com os profissionais que o bebê faz acompanhamento. Assim aprenderá como auxiliar a sua esposa, tornando o período da amamentação gostoso, motivante e feliz para os três. Mãe, não tenha receio em “dividir” a amamentação, convoque o pai para essa tarefa!

Dicas

•Mamãe, deixe o papai participar de tudo que se relaciona ao bebê. Chame-o para que aprenda e te ajude.
•O papai é capaz de cuidar do bebê e, assim, torna-se mais fácil criar vínculo com o filho.
•Atenção, compreensão e amor do marido são essenciais para que a mamãe sinta-se segura e feliz.




Fonte: Bruno Rodrigues

A alimentação da mamãe durante a amamentação

Não existe mulher com o leite ruim ou leite fraco. Toda mãe produz o leite ideal para o seu filho. Portanto, nada de colocar mil caraminholas na cabeça achando que o seu bebê não está sendo bem alimentado.

É claro que mesmo assim toda mãe acaba se preocupando com o que come durante o período de aleitamento. As perguntas não param. Será que posso comer isso? Será que aquilo pode ser forte demais para o bebê?

A Dra. Sílvia Maria Baliero Nigro garante que não há razão para se preocupar. "A princípio não há alimentos proibidos para a nutriz. Em situações de suspeita de alergia alimentar no bebê, em aleitamento materno exclusivo, cujo diagnóstico é bem difícil, pode-se pensar numa dieta hipoalergênica para a mamãe".

O correto é manter uma alimentação sadia, com bastante leite, água e sucos, para estimular a produção de leite. Alguns bebês podem ser sensíveis a um determinado tipo de alimento que a mãe consome, então, se ingerir temperos fortes, por exemplo, fique de olho na reação do bebê. Ele pode ficar agitado ou apresentar alguma alergia. O ideal é optar por alimentos mais saudáveis.

É bom lembrar que durante a amamentação não há razão para iniciar uma dieta. Ela pode comprometer a produção e a quantidade de leite e, conseqüentemente, prejudicar a nutrição do bebê. Para produzir uma boa quantidade de leite, a mãe necessita de uma alimentação balanceada, com aproximadamente 2500 calorias por dia, e muitos copos de água ou qualquer outro líquido, além de relaxar bastante. Ela pode aproveitar para descansar durante os períodos de sono do bebê, deixando afazeres e compromissos para outras pessoas. Nessa fase, todos têm que ajudar.

As mães vegetarianas devem redobrar os cuidados com a alimentação e se certificar de estar ingerindo vitaminas e minerais suficientes para alimentar ela e o bebê. Uma consulta com um nutricionista pode ser a melhor opção para elaborar um cardápio adequado, com refeições e lanches saudáveis.

E é claro que remédios, bebidas e fumo não combinam com amamentação. A mãe que amamenta deve lembrar sempre que essas substâncias perigosas podem ser transferidas para o leite materno. É por isso que a amamentação é contra-indicada para mães que sejam dependentes químicas.


Fonte: Guia do bebe

A AMAMENTAÇÃO


O Super Leite

O aleitamento materno só faz bem à criança, e à mamãe também! É um grande aliado contra diversas doenças e é facilmente digerido e absorvido.

O leite materno contém nutrientes e enzimas perfeitamente balanceadas, com substâncias imunológicas que protegem o bebê e provêm tudo o que a criança necessita no seu comecinho de vida. O ato de amamentar também supre as necessidades emocionais e diminui a ansiedade de ambos, por meio desse primeiro contato pele a pele e olhos nos olhos.

Fora a grande vantagem do vínculo afetivo que o ato cria, esse leite ainda protege a criança contra uma infinidade de problemas. Segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo, a lista é extensa. O leite materno protege contra doenças alérgicas, diversos tipos de câncer, desnutrição, diabetes mellitus, doenças digestivas, doenças crônicas como osteoporose, doença cardiovascular e ateroesclerose, obesidade, meningites, sarampo e outras doenças infecciosas, doenças respiratórias e otites, doenças do trato urinário e cáries. E ainda promove, melhor desenvolvimento neuro-psicomotor infantil e cognitivo, aumenta o QI, promove melhor padrão cardiorrespiratório durante a alimentação, melhor resposta às imunizações e melhor equilíbrio emocional.

Não é só o bebê que sai ganhando, a mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa, tem diminuição mais rápida do volume do útero, corre menor risco de hemorragia no pós-parto, ter anemia, contrair câncer de mama e de ovário, é menos propensa à osteoporose, volta ao peso normal mais rapidamente e está protegida de engravidar.

E ainda tem o fator econômico. O leite que a mãe produz é suficiente para alimentar o filho até os seis meses de idade, sem necessidade de gastos com água, gás, bicos, mamadeiras, sabão, açúcar, embalagens etc. O leite materno é de graça e está pronto para servir a qualquer hora.


Direitos
Direitos que garantem a amamentação

Da mesma maneira que toda criança tem o direito ao aleitamento materno, as mães também têm o direito de amamentar seus bebês garantidos por lei. O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que o poder público, as instituições e os empregadores devem oferecer condições adequadas ao aleitamento materno para todas as mulheres. Isso significa que as mulheres que trabalham fora têm direito a amamentar seus filhos mesmo nas horas que estão trabalhando.

A lei brasileira diz que a mulher tem direito a 120 dias de licença-maternidade a partir do oitavo mês de gestação, sem prejuízo do salário. “A mulher deve amamentar o bebê até o dia de voltar a trabalhar, mas precisa se programar e começar a estocar leite um mês antes disso, para poder continuar a oferecer o leite materno quando retomar a vida profissional”, alerta a pediatra Keiko Teruya.

Após o período de licença, a funcionária retorna ao trabalho e passa a ter direito a dois descansos remunerados de meia hora por dia para amamentar o bebê até ele completar seis meses de idade. Os pais adotivos têm os mesmos direitos que os pais legítimos.

Também é determinado por lei que qualquer empresa onde trabalhem 30 mulheres ou mais tenha uma creche ou berçário. Se a empresa não tiver essa opção, a funcionária pode sair do serviço para amamentar seu filho em casa.
Ou seja, as leis do país possibilitam o aleitamento exclusivo durante os seis primeiros meses de vida do bebê e ainda incentiva a mãe a continuar a amamentação quando tiver que retornar ao trabalho.


Fonte: Guia do Bebê

CHÁ DE BEBÊ



Você já está no 7º ou 8º mês de gestação? Pois então, essa é a época ideal para realizar o chá de bebê e reunir os amigos e parentes para participar.
A intenção do chá de bebê, é de ajudar a futura mamãe a se equipar para esse início cheio de despesas, e ajudá-la emocionalmente nessa nova fase, pois é importante para ela, sentir os amigos por perto, participando dessa etapa de sua vida, mesmo que não seja seu primeiro filhinho.

O chá de bebê dispensa qualquer formalidade e o convite pode ser feito por telefone mesmo. Geralmente é realizado por uma amiga mais íntima da gestante onde, provavelmente, a maioria das pessoas que serão convidadas já a conheçem.

Se você e sua amiga quiserem optar pela distribuição do convite, o ideal é entregá-los com uma semana de antecedência, no mínimo.

O bom, é que o "chá de bebê" seja combinado para um final de semana, para que todos possam comparecer e, sempre, na parte da tarde. No dia, poderá ser servido sanduichinhos, uma torta salgada, bolo, sorvete, água, suco ou refrigerante e não pode faltar, pela tradição, pelo menos um tipo de chá. Você pode optar para, após uma hora da chegada dos convidados, servir o lanche, ou ainda para que todos fiquem mais à vontade, pode montar uma mesa ou aparador no ambiente, com tudo disposto em cima e deixar que as pessoas se sirvam como quiserem.

Quanto aos convites, quando houver mais de uma convidada que resida na mesma casa, como mãe e filha ou duas irmãs, por exemplo, não precisa haver constrangimento em pedir uma lembrança para cada uma, separadamente, só que aí, o mais correto, é pedir uma lembrança mais em conta para a segunda.

Outra regrinha que você deve seguir, é que no caso de optar por pedir nos convites roupinhas para o bebê também, deverá estar ciente que elas têm que ser simples, como no caso das blusinhas modelo pagão ou as calças (culotes), que hoje em dia são encontradas com preços bem acessíveis. Ao pedir roupinhas, você estará sempre correndo o risco de não gostar da cor ou do tecido e, nesse caso, não é delicado pedir para a pessoa trocar, pois muitas vezes ela comprou o que podia. Por isso, o ideal, é não pedir roupinhas, a não ser, é claro, que estejam realizando o chá para uma pessoa que não tem recurso algum e que tudo será dado pelos convidados, de comum acordo.

Não esqueça, que pode-se pedir também um mesmo item mais de uma vez, para pessoas diferentes. Não deixe de especificar nos convites ou pelo telefone, os tamanhos corretos das peças, que devem variar do recém nascido para o tamanho pequeno, e a cor desejada.

fONTE: http://guiadobebe.uol.com.br

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